Integrantes do sistema de controle, pesquisadores e gestores públicos discutiram ações para fortalecer governança climática e proteção ambiental no país.
O Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais participou do V Congresso Ambiental dos Tribunal de Contas, realizado entre os dias 23 e 25 de junho, em São Luís (MA). A instituição foi representada pela Subprocuradora-Geral, Maria Cecília Borges, pelo Procurador-Ouvidor, Marcílio Barenco, e pelo Procurador Glaydson Massaria.

Promovido com o tema “Emergência Climática, Responsabilidade Fiscal e Justiça Socioambiental: o Papel do Controle Externo na Agenda do Meio Ambiente”, o congresso reuniu representantes dos Tribunais de Contas, Ministérios Públicos de Contas, gestores públicos, pesquisadores e especialistas de diversas regiões do país para debater os desafios da agenda ambiental e o fortalecimento da atuação do controle externo.
Durante a solenidade de abertura, o Procurador-Ouvidor, Marcílio Barenco, integrou o dispositivo de honra ao lado de autoridades de instituições ligadas ao sistema de controle externo. Ao longo da programação, foram discutidos temas como governança ambiental, fiscalização de políticas climáticas, responsabilidade fiscal, justiça socioambiental e estratégias para o desenvolvimento sustentável. As discussões também ressaltaram a importância da atuação articulada das instituições públicas diante dos impactos das mudanças climáticas, reforçando o papel dos órgãos de controle no acompanhamento e no aperfeiçoamento das políticas públicas voltadas à preservação ambiental.
Paralelamente à programação do congresso, Marcílio Barenco participou de reunião institucional com representantes de entidades do sistema de controle externo para tratar de temas de interesse das carreiras e fortalecer a articulação entre as instituições.
Durante os três dias de evento, painéis, conferências e debates promoveram a troca de experiências entre especialistas e representantes de órgãos responsáveis pela formulação, execução e fiscalização de políticas públicas ambientais, consolidando o congresso como um espaço de diálogo sobre os desafios da sustentabilidade e da governança climática.
