Marcílio Barenco participa da posse da nova Diretoria do IRB para o biênio 2026-2027 
Publicação em 26 de fevereiro de 2026




Na tarde de ontem, 25, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais e Presidente da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (Ampcon), Marcílio Barenco, participou, em Brasília, da cerimônia de posse da nova Diretoria do Instituto Rui Barbosa (IRB) para o biênio 2026-2027.  

O dispositivo de honra. Foto: IRB.
Marcílio Barenco e Rodrigo Medeiros. Foto: IRB.



Também estiveram no ato o Presidente do TCE-MG, Conselheiro Durval Ângelo; o Vice-Presidente, Agostinho Patrus; o Conselheiro Corregedor do TCE-MG, Gilberto Diniz, que passou a compor o corpo diretivo; o Conselheiro Alencar da Silveira e os Conselheiros Substitutos Licurgo Mourão e Telmo Passareli. 

Na ocasião, foi empossado na Presidência do Instituto o Conselheiro Inaldo da Paixão Santos Araújo, eleito por unanimidade durante o 4º Congresso Internacional dos Tribunais de Contas, realizado em Florianópolis (SC), em dezembro de 2025. Na nova composição diretiva, o Conselheiro Corregedor do TCE-MG, Gilberto Diniz, assume a Diretoria de Relações Institucionais.  

Conselheiro do TCE-MG, Gilberto Diniz, assume a Diretoria de Relações Institucionais do IRB. Foto: Thiago Rios Gomes | TCE-MG.
À esquerda, Licurgo Mourão e Telmo Passareli. Foto: IRB.
À esquerda, Durval Ângelo. Foto: IRB.


Além de Marcílio Barenco, compuseram o dispositivo de honra o então Presidente do IRB, Conselheiro Edilberto Pontes; o Juiz Conselheiro Carlos Luiz Antônio, representando o Tribunal de Contas de Angola; o Presidente do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, Conselheiro Gilberto Filho; o Presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Conselheiro Edilson Silva; o Presidente do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), Conselheiro Luiz Antônio Guaraná; o Presidente da Associação Brasileira dos Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom), Conselheiro Nelson Pellegrino; a Presidente da Associação Nacional dos Ministros e Conselheiros Substitutos dos Tribunais de Contas (Audicon), Conselheira Substituta Milene Dias da Cunha; e a Presidente da Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil (ANTC), Auditora Thaísse Craveiro. 

 

Ao assumir o cargo, afirmou fazê-lo com “honra e espírito aprendiz”, qualificando o momento como o mais significativo de sua trajetória. Enfatizou que o IRB, com 52 anos de existência, constitui a mais antiga entidade de cooperação técnica do Sistema Tribunais de Contas e deve seguir como “casa de ideias, de pensamento crítico e de compromisso com a República, com o controle público qualificado e com a democracia substantiva”. Em manifestação emocionada, registrou ser o primeiro baiano a presidir o Instituto e evocou o legado de Rui Barbosa, patrono da entidade, reafirmando valores como legalidade, ética, educação e defesa das liberdades.


 

 
Ao abordar os desafios contemporâneos, Inaldo Araújo apontou que o controle externo tem sido cada vez mais instado a oferecer respostas qualificadas diante de temas como desigualdades sociais, sustentabilidade fiscal e ambiental, governança, transformação digital e efetividade do gasto público. Defendeu o fortalecimento da avaliação de políticas públicas, do planejamento governamental, do uso ético da inteligência artificial e da integração entre controle externo, interno e social. Também destacou a necessidade de aprimorar se a comunicação institucional, tornando o conhecimento técnico mais acessível à sociedade, sem perda de rigor.

Para o Procurador-Geral do MPC-MG, Marcílio Barenco, a nova gestão do IRB evidencia o papel estratégico da produção de conhecimento e da cooperação institucional para o aprimoramento do controle externo. 

“O cenário atual exige dos órgãos de controle uma atuação cada vez mais orientada por evidências, com foco na avaliação de resultados das políticas públicas e na efetividade do gasto. O fortalecimento do Instituto Rui Barbosa contribui diretamente para a qualificação técnica do sistema e para a construção de decisões mais consistentes, transparentes e alinhadas às necessidades da sociedade”, afirmou.


Marcílio Barenco acrescentou que a integração entre as entidades nacionais representativas constitui vetor essencial para o fortalecimento do sistema, sendo o diálogo permanente entre Tribunais de Contas e Ministérios Públicos de Contas condição para promoção de segurança jurídica, eficiência administrativa e proteção do interesse público.